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| Perguntas Freqüentes Sobre a Placa Receptora de Alarmes Modelo MCDI-TLR 1. A placa receptora PCA Modelo MCDI-TLR. É uma placa de interface com um receptor completo de alarmes que encaixa em um computador PC. Tem as mesmas características da maioria dos receptores padrões, de diferentes marcas independentes. Todas as placas receptoras têm: o Duas (2) entradas para linhas telefônicas discadas para recepção de códigos de alarme por placa. o Um (1) conector para bateria de 6 Volt como medida de segurança no caso de ocorrerem falhas na alimentação. o Memória para até 256 eventos (156 no formato Contact ID), para operação independente da placa, alimentada pela bateria de 6 Volt, quando o computador estiver inoperante. o Reconhecimento automático da maioria dos protocolos de comunicação utilizados atualmente. o Quatro (4) placas receptoras de alarme podem ser instaladas em um mesmo computador PC. 2. Computador utilizado para a placa PCA. A placa PCA encaixa em computadores IBM PC ou compatíveis, dos tipos AT, 386, 486 ou Pentium. Requer a utilização de um gabinete (chassis) tipo "desktop" padrão. A placa não encaixará em um chassis de XT, em um computador portátil (Notebook), ou com gabinete reduzido. A placa PCA encaixa-se em um conector padrão de 8 bits (ISA) da placa principal do computador, ficando dentro do gabinete. A placa é auto-suficiente e não utiliza nenhum recurso do computador senão a porta de comunicação (COM), interrupção (IRQ) e energia elétrica. Durante a operação normal a placa utiliza energia elétrica do computador e carrega sua bateria de suporte de 6 Volt, se estiver conectada a uma. início 3. Operação com vários alarmes sendo emitidos ao mesmo tempo. A operação da Estação Central de Monitoramento equipada com a placa receptora Modelo MCDI-TLR não é diferente do que seria se estivesse equipada com outro tipo de equipamento. O número de linhas telefônicas necessárias para a Estação Central receptora de alarmes depende apenas da densidade do tráfego de informações. O tempo utilizado para receber um código de alarme depende da velocidade da transmissão e do protocolo usado pelo painel de alarme que envia a mensagem do outro lado da linha. O receptor é muito rápido e de fato está sempre aguardando pela chegada de dados. O ajuste do número de linhas telefônicas, então, é outro problema a ser resolvido. A proporção de usuários por linha telefônica depende das características da linha fornecida pela companhia telefônica local e do tipo de clientes atendidos. As características dos clientes variam, sendo eles indústrias, comércio ou residências. Nós freqüentemente ouvimos falar em uma proporção de mil usuários por linha telefônica, mas isso precisa ser revisto, considerando-se o tipo de monitoramento efetuado - formato utilizado, tamanho, freqüência e conteúdo dos códigos recebidos. Uma maneira prática de organizar a configuraçã das linhas telefônicas é utilizarem-se linhas ligadas em diferentes portas de uma mesma placa ou diferentes placas TLR, de maneira que se uma delas estiver ocupada, a ligação será automáticamente dirigida para outra linha, até ser atendida. Essa é a melhor maneira de prevenir afunilamentos. início 4. Falha na alimentação elétrica da Estação Central. Se o fornecimento de energia elétrica for cortado, um No-break deverá ser ativado para alimentar a Estação Central de Monitoramento. Se o computador falhar por qualquer motivo, uma bateria de 6 Volt préviamente instalada permitirá que a placa MCDI-TLR continue recebendo os alarmes até o computador começar a atuar novamente. Durante a operação normal, a placa utiliza a energia elétrica do computador e recarrega sua bateria de suporte de 6 Volt. Quando o computador falha, a placa utiliza a energia da bateria e continua a receber os alarmes. A memória da placa pode armazenar até 256 eventos ou alarmes. Obs.: o número máximo de eventos memorizados depende do formato de comunicação utilizado pelas centrais de alarme. No pior caso serão armazenados 156 eventos, se utiliza-se o formato Contact ID. A placa continua imprimindo os alarmes enquanto o computador estiver fora de serviço. Quando o computador volta a funcionar, os dados armazenados na memória da placa são transferidos para o computador. Se mais de 256 eventos forem recebidos durante o tempo em que o computador estava fora de serviço, a placa grava automáticamente sobre o mais antigo dos 256 eventos armazenados. É possível, no entanto, obter os dados que foram apagados. Esses dados foram impressos no momento em que foram recebidos pela impressora de backup, ligada diretamente à placa receptora MCDI-TLR, e também alimentada por um No-break ou bateria própria. Uma impressora que pode ser ligada dessa maneira é a Star DP8340, mas existem outras com essas mesmas características no mercado. Utilizam-se, normalmente, impressoras de agulhas para formulário contínuo de 80 colunas padrão, alimentadas por um No-break. início 5. Falha no computador. A energia de suporte, no caso de falha na rede elétrica, pode ser fornecida por um No-break ou equipamentos com geradores a combustível, mas precisamos estar preparados também para uma falha no computador ou na placa receptora. A medida a ser tomada quando o computador falha depende muito da configuração do equipamento de suporte da Estação Central. Existe um No-break? Existe um segundo computador para suporte? Os computadores estão ligados em rede? Temos uma placa receptora de suporte? A placa receptora de suporte está na Estação Central ou no computador de suporte? Nós temos uma impressora de suporte ligada a placa MCDI-TLR? Em cada cenário cria-se um problema diferente para ser resolvido. Vamos tomar um cenário específico para exemplo: uma placa receptora, um computador, uma impressora alimentada por uma bateria ou No-break ligada à placa receptora e uma bateria de 6 Volt para a mesma. O computador falha por um motivo qualquer, mas os alarmes continuam chegando e sendo impressos na impressora de suporte e não temos nenhum monitor de vídeo para nos dizer o que fazer. O operador tem que arrumar o computador passo a passo e colocá-lo em funcionamento o mais breve possível. Enquanto isso ele terá que continuar operando a Estação Central manualmente. Para isso ele tem os dados dos clientes em arquivo e lê os alarmes impressos no papel pela impressora de suporte. Para cada alarme que chegar, ele terá que olhar nos arquivos para ver o que fazer segundo as instruções do cliente (para quem ligar). Isto irá ocorrer até que o computador volte a funcionar. Quando o funcionamento do computador for restaurado, a placa receptora MCDI-TLR transferirá automáticamente os alarmes armazenados em sua memória de 256 eventos para o computador. Se a falha for longa o bastante e mais de 256 alarmes foram recebidos pela placa MCDI-TLR, os mais antigos serão apagados de sua memória a medida que novos eventos forem ocorrendo. Os alarmes apagados, porém, terão sido impressos pela impressora de suporte. Esses alarmes terão que ser digitados manualmente no sistema quando o computador voltar a funcionar, para que os eventos sejam registrados de forma correta. início 6. Troca ou atualização do computador e transferência da placa MCDI-TLR. A remoção da placa receptora MCDI-TLR do chassis do computador é uma tarefa fácil para qualquer pessoa com conhecimentos em colocação ou remoção de placas de computadores. A transferência da placa de um computador para outro em uma situação de emergência, no entanto, precisa ser planejada antecipadamente. Trocar a placa operacional de um computador para outro é também uma tarefa fácil. No entanto, TENHA CERTEZA de que o computador novo ofereca à placa MCDI-TLR a mesma porta (COM) e interrupção (IRQ) que o anterior, CASO CONTRÁRIO os ajustes de partida (configurações) do programa S.A.M.M. deverão ser feitos novamente. Em uma situação de emergência as pessoas tendem a ficar nervosas e a esquecer coisas, causando maus resultados. É recomendado então, fazer estas mudanças com configurações familiares e alterações mínimas nas condições de operação da placa e do computador. início 7. Configuração da placa receptora MCDI-TLR e explanação das portas de comunicação (COM) e interrupções (IRQ). A placa receptora MCDI-TLR fica conectada aos barramentos de dados e endereços, o "BUS" do computador. É preciso definir a porta de comunicação (COM) pela qual os dados serão transferidos da placa PCA para o programa aplicativo que processa o código de alarme recebido. A porta (COM) e a interrupção (IRQ) utilizadas pela placa MCDI-TLR não podem estar sendo utilizadas por outros equipamentos, como o MODEM, o MOUSE ou a impressora. A interrupção (IRQ) avisa que uma informação foi recebida na porta de comunicação. Uma combinação de portas de comunicaçãoe interrupções é fornecida no manual da placa. Um limite de 4 (quatro) portas de comunicação é disponível em um mesmo computador, mas mais interrupções são disponíveis, caso seja necessário. Se necessário, solicite mais informações por telefone ao configurar a placa. 8. Bateria (6 Volt) de suporte apenas para a placa PCA. A placa receptora MCDI-TLR é acompanhada de um conector e um cabo de 100cm para ser conectado à bateria de 6 Volt. Apenas a bateria terá que ser comprada à parte pelo usuário. Por ser um produto comum, a bateria poderá ser adquirida em qualquer loja especializada, ou diretamente da IECO, no Brasil. O preço depende da qualidade, durabilidade e capacidade (4 Ah até 20 Ah) da bateria, mas fica entre R$ 20,00 e R$ 50,00. Não existe um modelo específico para esse uso, apenas a voltagem (6 Volt) deve ser observada. A durabilidade depende do tempo que o usuário achar necessário no caso de ocorrer uma falha qualquer no sistema. A qualidade da bateria também fica a critério do usuário. Para calcular a durabilidade da bateria é preciso saber o tempo necessário para resolver qualquer problema no caso de uma falha. Como exemplo, se for preciso aguardar 24 horas, sabendo-se que a placa usa aproximadamente 500 mA, o que corresponde a 0,5 Ampéres, multiplica-se 0,5 A x 24 horas, resultando na necessidade de uma bateria de 12 Ah. início 9. Utilizando uma linha telefônica discada para fazer uma ligação com a placa receptora MCDI-TLR. A placa MCDI-TLR foi projetada para responder os alarmes recebidos em linhas telefônicas discadas. Ela não funcionará em linhas diretas ou privativas. A discagem é feita através da rede telefônica, e o tipo de discagem e não afeta a placa receptora. Ela responderá à chamada se ele for efetuada por discagem por pulsos ou por tons (DTMF). Depois de estabelecida a comunicação, o sinal pode ser transmitido pela linha telefônica em qualquer protocolo. O protocolo a ser utilizado será estabelecido pelo painel de alarme. Essa operação não afetará em nada a companhia telefônica, que não ficará sabendo do processo. No Brasil, algumas centrais telefõnicas de modelo antigo utilizadas pelas empresas de telecomunicações ainda no permitem a discagem por tons (DTMF). Caso a central de alarme (que transmite os códigos de alarmes) esteja utilizando uma linha que não permite discagem pot tons ela deve ser programada para utilizar discagem por pulsos. Isso não afeta o funcionamento da placa receptora MCDI-TLR. início 10. Não é necessário MODEM para a recepção de códigos de alarme com a placa MCDI-TLR. O receptor MCDI-TLR é diretamente conectado à linha telefônica, SEM a presença ou necessidade de um MODEM. Da mesma maneira, os painéis instalados nos locais a serem monitorados não precisam de MODEM para comunicarem-se com a placa receptora através da linha telefônica. 11. Compatibilidade de protocolos. O receptor MCDI-TLR é programado para aceitar a maioria dos protocolos utilizados nos painéis, exceto o SESCOA SS (Super Speed), o qual não foi implementado ainda. 12. Identificação automática do protocolo pela PCA. A placa receptora MCDI-TLR identifica automáticamente o protocolo que está sendo transmitido, seja para relatórios, handshake (conexão) ou recepção de dados. 13. Uso da impressora quando conectada à placa MCDI-TLR. A impressora conectada à PCA é DEDICADA somente a ela e não pode imprimir nenhum outro dado a não ser os recebidos pela própria placa. |
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